Mais uma semana de conquistas, uma desesperada e outra inesperada. Realmente, cada vez mais considero que a não criação de expectativas é a melhor solução para a vida. Do inesperado nasce, em geral, a melhor situação, mais genuína, mais amigável.
Quanto à vontade de reencontrar soluções anteriores, ou é da época (final de Julho, princípios de Agosto) ou do processo. Se for este último caso, estarei sempre a aprender...
domingo, 1 de agosto de 2010
domingo, 18 de julho de 2010
Uma semana recheada
Mais uma semana de duas boas concretizações. É incrível como o desconhecimento nos pode manter alheados de uma realidade que se concretiza mesmo ao nosso lado. E quando a atenção é finalmente focalizada, tudo se transforma, tudo se altera e quedamo-nos embasbacados, surpresos por não ter dado por nada durante tanto tempo.
Quanto aos eventos, o primeiro foi inesperadamente ousado, o que o tornou mais marcante. Pena a falta de coragem para ficar com o contacto. Pode ser que se repita... e aí tudo será diferente.
Quanto aos eventos, o primeiro foi inesperadamente ousado, o que o tornou mais marcante. Pena a falta de coragem para ficar com o contacto. Pode ser que se repita... e aí tudo será diferente.
sexta-feira, 9 de julho de 2010
Mais concretizações insatisfatórias
Como as coisas se alteram, quando se passa do desconhecido para a descoberta de uma nova realidade. É no mínimo interessante a constatação da alteração do nosso comportamento! A tentação funciona como um estímulo que nos deixa, por vezes, irracionais...
Neste entretanto, já me expus a diversas situações (diria que estiquei a corda), delas tendo resultado duas experiências estranhas. Nada de satisfatório, nada que se enquadre nos cânones do estabelecido, mas que no momento se afiguraram necessidades. É com um misto de vitória e derrota que encaro essas situações, o que me obriga a alguma reflexão, para uma melhor compreensão so meu próprio eu. Interessante (confesso que esta sensação de fruto proibido é aliciante :-).
Neste entretanto, já me expus a diversas situações (diria que estiquei a corda), delas tendo resultado duas experiências estranhas. Nada de satisfatório, nada que se enquadre nos cânones do estabelecido, mas que no momento se afiguraram necessidades. É com um misto de vitória e derrota que encaro essas situações, o que me obriga a alguma reflexão, para uma melhor compreensão so meu próprio eu. Interessante (confesso que esta sensação de fruto proibido é aliciante :-).
domingo, 27 de junho de 2010
Mente sã?
Mais uma semana se passou, cheia de peripécias, de ilusões e tensões, de promessas e concretizações. A mente é algo que cada vez mais me fascina, pela sua capacidade de me baralhar, desconcentrar, derivar, tentar. E o que é certo é que ontem conduziu ao pretendido quando já menos esperava... O problema são as consequências que daí podem resultar, já que as actividades são mais que muitas e exigem concentração. O que vale é que amanhã é feriado e que poderei ainda recuperar algum do tempo perdido. Vamos a isso...
domingo, 20 de junho de 2010
Fim de semana na Consolação (Peniche)
O fim de semana passado na Consolação (Peniche), em ambiente de confraternização profissional, foi muito agradável e relaxante. É sempre bom interagir com colegas, em total descontração, permitindo um melhor conhecimento de todos e quebrando alguns distanciamentos. Pena que não se possam repetir mais vezes este tipo de iniciativas! Estou certo que o ano passava de forma mais harmoniosa e com menos atritos (mas isso já é outra história...).
terça-feira, 15 de junho de 2010
Hoje foi o dia (2010.06.14)
Após várias indecisões, expectativas, imaginações, o que de algum modo sonhava realizou-se, embora sempre diferente do formato imaginado (e o sonho não é sempre assim? Por mais que se pense nas inúmeras hipóteses de desenvolvimento de um acontecimento, a realidade é sempre diferente).
Não posso dizer que a satisfação foi total... Deveria ter sido mais cuidado, mais longo, mais... Mas temos de agarrar o que a vida nos dá. Quanto à reflexão que importa fazer, essa está começada. Ainda não sei bem que raio de julgamento possa fazer, embora considere engraçado o sentimento de clube iniciático, feito de códigos especiais, que importa aprender, compreender, assimilar. Há tanta coisa há nossa volta e nós, por vezes, estamos realmente cegos!
Não posso dizer que a satisfação foi total... Deveria ter sido mais cuidado, mais longo, mais... Mas temos de agarrar o que a vida nos dá. Quanto à reflexão que importa fazer, essa está começada. Ainda não sei bem que raio de julgamento possa fazer, embora considere engraçado o sentimento de clube iniciático, feito de códigos especiais, que importa aprender, compreender, assimilar. Há tanta coisa há nossa volta e nós, por vezes, estamos realmente cegos!
domingo, 13 de junho de 2010
Reflexão
Tenho pena de verdadeiramente não ter tempo para escrever aqui todos os dias. Ainda pensei que, além de poder dissertar um pouco sobre assuntos que me interessassem, poderia ir descrevendo o meu dia a dia.
É certo que, no essencial, a vida é monótona. Tem momentos mais activos, outros de menor tensão, alguns de quase aventura, poucos de puro prazer. Mas mesmo assim gostava de relatar mais sobre o que me acontece. Claro que ao fazê-lo me estou a expôr perante os outros (embora não me pareça que alguém se interesse pelo que eu escreva, o que me aumenta o gozo: este escrever para mim próprio, incógnito, num canal totalmente público!), mas que se dane.
Talvez um dia as coisas se alterem e eu me tenha tempo para dizer tudo, de forma transparente. Mas esse dia ainda está longe (será que na reforma conseguirei?).
É certo que, no essencial, a vida é monótona. Tem momentos mais activos, outros de menor tensão, alguns de quase aventura, poucos de puro prazer. Mas mesmo assim gostava de relatar mais sobre o que me acontece. Claro que ao fazê-lo me estou a expôr perante os outros (embora não me pareça que alguém se interesse pelo que eu escreva, o que me aumenta o gozo: este escrever para mim próprio, incógnito, num canal totalmente público!), mas que se dane.
Talvez um dia as coisas se alterem e eu me tenha tempo para dizer tudo, de forma transparente. Mas esse dia ainda está longe (será que na reforma conseguirei?).
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