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domingo, 13 de junho de 2010

Reflexão

Tenho pena de verdadeiramente não ter tempo para escrever aqui todos os dias. Ainda pensei que, além de poder dissertar um pouco sobre assuntos que me interessassem, poderia ir descrevendo o meu dia a dia.
É certo que, no essencial, a vida é monótona. Tem momentos mais activos, outros de menor tensão, alguns de quase aventura, poucos de puro prazer. Mas mesmo assim gostava de relatar mais sobre o que me acontece. Claro que ao fazê-lo me estou a expôr perante os outros (embora não me pareça que alguém se interesse pelo que eu escreva, o que me aumenta o gozo: este escrever para mim próprio, incógnito, num canal totalmente público!), mas que se dane.
Talvez um dia as coisas se alterem e eu me tenha tempo para dizer tudo, de forma transparente. Mas esse dia ainda está longe (será que na reforma conseguirei?).

sábado, 29 de maio de 2010

Desenterro do desejo

Esta foi uma semana estranha, em que remeniscências do meu passado surgiram à flor da pele, totalmente por um acaso. Isso faz-me pensar no quando deverá ser difícil reprimir o que se gosta ou o que se deseja. Nem é, decerto, saudável fazê-lo, assim como não será justo. Mas para os que o têm de fazer, provavelmente sentem-se sem alternativas ou não as vislumbram. E elas estão sempre lá. Apesar do muito gozo que possa dar a imaginação (e futurar situações é um jogo tão interessante quanto perverso) importa ter cautelas, importa ter certezas e... acreditar que tudo é possível! Sejamos positivistas.
PS: relido o texto, confesso que parece codificado. Não era intenção, mas fica a análise :-)